Professora fez tetraplégicos voltarem a se mover e deve ganhar primeiro prêmio Nobel do Brasil
Na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a professora Tatiana Coelho de Sampaio lidera uma pesquisa com a polilaminina, um tratamento experimental para lesão na medula espinhal. Em divulgações institucionais e reportagens, aparecem casos em que pacientes que tinham perdido movimentos recuperaram parcial ou totalmente a mobilidade — ou seja: gente voltando a mexer pernas e pés, voltando a ter esperança real.
E agora tem um marco importante: em janeiro de 2026, o Ministério da Saúde e a Anvisa anunciaram a aprovação de um estudo clínico com a polilaminina em pacientes com lesão aguda da medula.
Sabe o que deixa tudo ainda mais simbólico? O Brasil nunca ganhou um Prêmio Nobel, mas seria impensável ela não ganhar depois dessa descoberta, que vai ser lembrada para sempre no mundo inteiro.
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