Levantamento revela que Supremo já pagou 128 diárias para seguranças em resort que já pertenceu a dois irmãos de Dias Toffoli
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, decidiu arquivar uma representação que pedia o afastamento do ministro Dias Toffoli da investigação do Banco Master.
O Supremo pagou diárias para seguranças apoiarem autoridades da Corte, no Paraná, em uma região onde fica um resort que já pertenceu a dois irmãos de Dias Toffoli. O hotel teve como sócio um fundo de investimentos ligado à empresa Reag, investigada no Caso Master.
O pedido foi apresentado por deputados do Novo e do PL. Eles alegavam possível impedimento ou suspeição de Dias Toffoli. Em novembro de 2025, o ministro viajou para assistir à final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras, em Lima, no Peru, no mesmo voo particular que um advogado que defende um diretor do Banco Master.
Ao arquivar a representação, o procurador-geral Paulo Gonet afirmou que não há providências a serem tomadas, pois o caso já está em análise no STF. A PGR ainda analisa um outro pedido de afastamento, feito pelo senador Eduardo Girão, do partido Novo.
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