Diplomata dos EUA e petroleiras americanas negociaram manutenção do chavismo no poder
Negociações entre diplomatas dos EUA e petroleiras visavam manter o chavismo na Venezuela, mesmo após um ataque militar recente. Chevron e outras empresas discutiram com representantes chavistas e do governo Trump o futuro do setor petroleiro. As conversas entre Maduro e Trump não prosperaram basicamente por uma divergência central: a saída imediata do chavista do poder. “Maduro aceitava abrir o setor petroleiro, como quer Trump, mas queria um período de dois a três anos para organizar sua saída. Trump não aceitou e veio o ataque. Mas em matéria de petróleo, as conversas sempre avançaram”, frisou uma das fontes consultadas.
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