sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

 Beto Louco e Primo, do PCC, dizem que pagaram R$ 400 milhões em propinas a políticos



Com as atenções voltadas para o caso envolvendo o Banco Master na Polícia Federal, Mohamad Hussein Mourad, conhecido como ‘Primo’, e Roberto Augusto Leme da Silva, o ‘Beto Louco’, acusados de serem o elo do PCC com a Faria Lima na Operação Carbono Oculto, buscam fechar um acordo de delação premiada com o Ministério Público de São Paulo que pode causar uma hecatombe no mundo político em pleno ano eleitoral.

Foragidos, Beto Louco e Primo estariam negociando, por meio dos advogados, com os investigadores um acordo. Para mostrar que estão dispostos a entregar todo o esquema, eles teriam apresentado documentos, mensagens de celular e comprovantes de pagamento que provariam que pagaram mais de R$ 400 milhões em propina a autoridades e políticos entre 2022 e 2024.


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