INFORMAÇÕES E NOTÍCIAS IMPARCIAIS DOS BASTIDORES DA POLÍTICA COM ÉTICA E TRANSPARÊNCIA E MUITO MAIS COM MUITA VERDADE
terça-feira, 2 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Governabilidade e corrupção x Faxina e probidade.
Em reuniões políticas ao longo do dia de ontem, parlamentares experientes e integrantes do chamado baixo clero manifestaram preocupação de que uma onda de denúncias abata ministros e gestores públicos, indiscriminadamente, originando uma bola de neve da qual ninguém escape. O cenário traçado era de descontrole da cúpula do Planalto.
Todos os líderes diziam que é preciso mais cautela e solidariedade entre os partidos, lembrando, inclusive, que uma crise política levou à nova crise econômica americana. Não são poucos os que alardeiam que desse jeito "Dilma não aguenta até o fim do governo".
Para eles, não basta mais a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, se reunir com os lideres: é preciso uma reunião de emergência com Dilma para "colocar o guizo em seu pescoço".
Há uma crítica generalizada sobre a condução de Dilma, Ideli, e Gleisi Hoffmann, ministra da Casa Civil, apelidadas de "meninas super poderosas".
— A situação está totalmente sem controle. A presidente Dilma pode estar acertando no mérito, mas errando na operacionalização. Como a centralização é muito forte, elas estão meio sem rumo — comentou um desses interlocutores.
Na reunião de Ideli com a bancada do PMDB, o líder Renan Calheiros fez um alerta direito, segundo um dos presentes:
— A bancada está coesa com a presidenta. Entretanto, é preciso que ela preste mais atenção à relação com a base para evitar uma ruptura, que isso vire uma bola de neve.
— A situação preocupa pela série de acontecimentos e reflexos destes acontecimentos no Congresso num momento em que não se sabe para onde o mundo vai — completou o senador Delcídio Amaral (PT-MS).
Os líderes alegam que é preciso discutir estratégias com Dilma. Um deputado petista chegou a afirmar:
— Além dos problemas com os outros partidos da base, o PT está extremamente constrangido porque a presidente está desmontando um governo que deu certo.
Em almoço no apartamento do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), os líderes aliados deixaram claro ao líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), a insatisfação.
— As três meninas superpoderosas ficam fazendo a faxina, e é bonito para a sociedade. Mas não entendem que não podem liquidar com o espectro político nacional em troca de ficar bem com a sociedade — disse um dos líderes.
Todos os líderes diziam que é preciso mais cautela e solidariedade entre os partidos, lembrando, inclusive, que uma crise política levou à nova crise econômica americana. Não são poucos os que alardeiam que desse jeito "Dilma não aguenta até o fim do governo".
Para eles, não basta mais a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, se reunir com os lideres: é preciso uma reunião de emergência com Dilma para "colocar o guizo em seu pescoço".
Há uma crítica generalizada sobre a condução de Dilma, Ideli, e Gleisi Hoffmann, ministra da Casa Civil, apelidadas de "meninas super poderosas".
— A situação está totalmente sem controle. A presidente Dilma pode estar acertando no mérito, mas errando na operacionalização. Como a centralização é muito forte, elas estão meio sem rumo — comentou um desses interlocutores.
Na reunião de Ideli com a bancada do PMDB, o líder Renan Calheiros fez um alerta direito, segundo um dos presentes:
— A bancada está coesa com a presidenta. Entretanto, é preciso que ela preste mais atenção à relação com a base para evitar uma ruptura, que isso vire uma bola de neve.
— A situação preocupa pela série de acontecimentos e reflexos destes acontecimentos no Congresso num momento em que não se sabe para onde o mundo vai — completou o senador Delcídio Amaral (PT-MS).
Os líderes alegam que é preciso discutir estratégias com Dilma. Um deputado petista chegou a afirmar:
— Além dos problemas com os outros partidos da base, o PT está extremamente constrangido porque a presidente está desmontando um governo que deu certo.
Em almoço no apartamento do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), os líderes aliados deixaram claro ao líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), a insatisfação.
— As três meninas superpoderosas ficam fazendo a faxina, e é bonito para a sociedade. Mas não entendem que não podem liquidar com o espectro político nacional em troca de ficar bem com a sociedade — disse um dos líderes.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Agencia Nacional de Petróleo é Comunista.
O comunista Haroldo Lima não detém conhecimentos técnicos sobre petróleo, mas sabe tudo de política. Aos 71 anos, o atual diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP) já fez muito pela esquerda. Militou no movimento estudantil, fundou a organização Ação Popular, a AP, na qual combateu a ditadura militar, e, há 39 anos, apaixonou-se pelo PCdoB. É um dos mais antigos e dedicados quadros do partido, pelo qual cumpriu cinco mandatos como deputado federal. Num deles, elegeu-se com o mote “botando para quebrar”. A exemplo de tantos outros políticos de sua geração, sacrificou-se pelos ideais da esquerda, mas capitulou aos encantos da direita. Em 2003, em reconhecimento a seus serviços, o então presidente Lula nomeou Haroldo para uma diretoria na ANP.
Desde então, Haroldo socializou cargos e contratos entre os camaradas do PCdoB. Fora, assegurou – com muito custo – o próspero acúmulo de capital dos grandes empresários do setor petrolífero. Essa ambiguidade de papéis, subproduto do aparelhamento partidário do Estado brasileiro, não poderia dar certo. Conforme revelou ÉPOCA na capa de sua última edição, viraram regra a cobrança de propina e os achaques a empresários que precisam das canetadas dos burocratas da ANP. A reportagem trouxe a público evidências fortes da corrupção na ANP, como cheques, e-mails, relatos de empresários extorquidos – e até um vídeo em que uma advogada que atua no ramo é achacada por dois assessores da ANP. Todo o material integra uma investigação sigilosa, iniciada pelo Ministério Público Federal no Rio de Janeiro.
No vídeo, gravado em maio de 2008, Antonio José Moreira, então procurador da ANP, e Daniel de Carvalho Lima, estagiário da agência, cobram R$ 40 mil da advogada Vanuza Sampaio para liberar o registro de um cliente dela, a distribuidora de combustíveis Petromarte. Ambos dizem falar em nome do dirigente do PCdoB Edson Silva, então superintendente de Abastecimento e hoje assessor de Haroldo Lima. Os dois assessores da ANP dizem no vídeo que o valor de R$ 40 mil foi estipulado por Edson Silva e que ele receberia R$ 25 mil do total.
Assim que a reportagem foi publicada, a direção da ANP, em vez de determinar a investigação dos fatos, esforçou-se por tentar desqualificar o caso. A ANP chegou a anunciar que a advogada Vanuza foi interpelada judicialmente – e que ela teria negado qualquer acusação contra o comunista Edson Silva. Não é verdade. “Fui interpelada em razão de uma matéria que saiu na imprensa contra o senhor Edson Silva. Apenas neguei que fosse fonte da referida matéria. Nunca voltei atrás em nada”, disse a advogada Vanuza. Ela, diante da repercussão do caso, aceitou falar a ÉPOCA na semana passada. Vanuza esclareceu, sobretudo, o que já se suspeitava: os dois assessores da ANP disseram a ela que o dinheiro cobrado iria para o caixa do PCdoB .
Desde então, Haroldo socializou cargos e contratos entre os camaradas do PCdoB. Fora, assegurou – com muito custo – o próspero acúmulo de capital dos grandes empresários do setor petrolífero. Essa ambiguidade de papéis, subproduto do aparelhamento partidário do Estado brasileiro, não poderia dar certo. Conforme revelou ÉPOCA na capa de sua última edição, viraram regra a cobrança de propina e os achaques a empresários que precisam das canetadas dos burocratas da ANP. A reportagem trouxe a público evidências fortes da corrupção na ANP, como cheques, e-mails, relatos de empresários extorquidos – e até um vídeo em que uma advogada que atua no ramo é achacada por dois assessores da ANP. Todo o material integra uma investigação sigilosa, iniciada pelo Ministério Público Federal no Rio de Janeiro.
No vídeo, gravado em maio de 2008, Antonio José Moreira, então procurador da ANP, e Daniel de Carvalho Lima, estagiário da agência, cobram R$ 40 mil da advogada Vanuza Sampaio para liberar o registro de um cliente dela, a distribuidora de combustíveis Petromarte. Ambos dizem falar em nome do dirigente do PCdoB Edson Silva, então superintendente de Abastecimento e hoje assessor de Haroldo Lima. Os dois assessores da ANP dizem no vídeo que o valor de R$ 40 mil foi estipulado por Edson Silva e que ele receberia R$ 25 mil do total.
Assim que a reportagem foi publicada, a direção da ANP, em vez de determinar a investigação dos fatos, esforçou-se por tentar desqualificar o caso. A ANP chegou a anunciar que a advogada Vanuza foi interpelada judicialmente – e que ela teria negado qualquer acusação contra o comunista Edson Silva. Não é verdade. “Fui interpelada em razão de uma matéria que saiu na imprensa contra o senhor Edson Silva. Apenas neguei que fosse fonte da referida matéria. Nunca voltei atrás em nada”, disse a advogada Vanuza. Ela, diante da repercussão do caso, aceitou falar a ÉPOCA na semana passada. Vanuza esclareceu, sobretudo, o que já se suspeitava: os dois assessores da ANP disseram a ela que o dinheiro cobrado iria para o caixa do PCdoB .
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Líder do PSDB quer convocar Ministro.
“O líder do PSDB, senador Alvaro Dias (PSDB-PR), anunciou nesta segunda-feira (1) que apresentará requerimento convidando o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, a esclarecer aos senadores da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) denúncias veiculadas pela revista Veja sobre irregularidades na pasta.
A revista publicou entrevista com o ex-diretor financeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) Oscar Jucá Neto, irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). O ex-diretor, afastado na semana passada, acusa o PMDB e o PTB de manter esquema para desviar recursos da Conab e controlar a estrutura do Ministério da Agricultura.
“Queremos que o ministro da Agricultura possa esclarecer esses fatos e, em conformidade com o depoimento dele, vamos avaliar o que devemos fazer a seguir”, explicou Alvaro Dias.
Outras denúncias
O parlamentar lembrou que tramitam em diferentes comissões requerimentos propondo convites a outros três ministros, também visando esclarecer denúncias veiculadas pela imprensa. A oposição quer ouvir o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, sobre irregularidades em contratos da pasta; o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, para tratar de problemas em licitações na Agência Nacional de Petróleo (ANP), noticiados pela revista Época; e o ministro de Desenvolvimento Agrário (MDA), Afonso Florence, para esclarecer denúncia de venda de lotes da Reforma Agrária, conforme reportagem da Rede Globo.”
(Agência Senado)
A revista publicou entrevista com o ex-diretor financeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) Oscar Jucá Neto, irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). O ex-diretor, afastado na semana passada, acusa o PMDB e o PTB de manter esquema para desviar recursos da Conab e controlar a estrutura do Ministério da Agricultura.
“Queremos que o ministro da Agricultura possa esclarecer esses fatos e, em conformidade com o depoimento dele, vamos avaliar o que devemos fazer a seguir”, explicou Alvaro Dias.
Outras denúncias
O parlamentar lembrou que tramitam em diferentes comissões requerimentos propondo convites a outros três ministros, também visando esclarecer denúncias veiculadas pela imprensa. A oposição quer ouvir o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, sobre irregularidades em contratos da pasta; o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, para tratar de problemas em licitações na Agência Nacional de Petróleo (ANP), noticiados pela revista Época; e o ministro de Desenvolvimento Agrário (MDA), Afonso Florence, para esclarecer denúncia de venda de lotes da Reforma Agrária, conforme reportagem da Rede Globo.”
(Agência Senado)
sexta-feira, 29 de julho de 2011
O fedor da corrupção nos banheiros, agora também na Prefeitura do Ipú.
Às voltas com nova denúncia de irregularidade na prefeitura de Ipu, desta vez na licitação de kits sanitários, o prefeito Sávio Pontes garante que já concluiu a instalação de 90% do material contratado e que o restante será finalizado até o dia 15 de agosto. As explicações, porém, causam mais dúvida na população, que questiona a qualidade dos serviços feitos até aqui.
A empresa vencedora do certame está sob suspeita. O portal Ceará Agora teve acesso a documentos que apontam para fraude da disputa para construção de 2.108 kits sanitários. A irregularidade, reforçada por notas fiscais e cheques assinados, é alarmante. Assim como nas investigações envolvendo associações de Pindoretama, Chorozinho, Horizonte, Pacajus e Cascavel, as acusações são uma nova página no conturbado momento político do Ceará e se revelam apenas como a ponta do iceberg nos contratos firmados para construção de kits sanitários.
A Diretoria de Fiscalização do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), após constatar as irregularidades, questionou o trabalho da Comissão Permanente de Licitação do município, por não ter inabilitado a empresa.
Outro fato que causou estranheza foi o pagamento da metade do valor total dias após o encerramento do certame. O montante de R$ 1.580,943 estava diluído em dois cheques, assinados pelo prefeito Sávio Pontes e pelo tesoureiro Roberto Eufrásio de Alencar, datados em 17 de março, seis dias depois da criação da empresa e um dia após a concorrência. E as notas fiscais, referentes aos valores, foram emitidas no dia seguinte a da data dos cheques.
Para o Tribunal de Contas dos Municípios, os indícios de fraudes são fortes. O documento do órgão cita que a despesa pública se realiza mediante três atos: o empenho da despesa, a liquidação e o pagamento. Assim, houve inversão das fases, caracterizando “indícios fortes de conluio entre a empresa e o gestor, por antecipação de pagamento sem a devida contrapartida física dos serviços”.
A empresa vencedora do certame está sob suspeita. O portal Ceará Agora teve acesso a documentos que apontam para fraude da disputa para construção de 2.108 kits sanitários. A irregularidade, reforçada por notas fiscais e cheques assinados, é alarmante. Assim como nas investigações envolvendo associações de Pindoretama, Chorozinho, Horizonte, Pacajus e Cascavel, as acusações são uma nova página no conturbado momento político do Ceará e se revelam apenas como a ponta do iceberg nos contratos firmados para construção de kits sanitários.
Em Ipu, o edital da licitação foi emitido no dia 16 de março de 2009, no valor de R$ 3.159,976, com inscrição de seis empresas. Mas o que parecia ser uma disputa normal se transformou em um emaranhado de irregularidades e favorecimento. A empresa vencedora, Construcon Comércio e Construção Ltda., foi criada cinco dias antes do certame, em 11 de março, segundo a própria Receita Federal. Nesta data, a empresa tinha capital inicial de R$ 20 mil e não poderia participar da licitação, porque não correspondia a 10% do valor do serviço. Mas no exato dia 16, a Construcon efetivou um aditivo ao Contrato Social, aumentando o capital em mais R$ 320 mil.
A Diretoria de Fiscalização do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), após constatar as irregularidades, questionou o trabalho da Comissão Permanente de Licitação do município, por não ter inabilitado a empresa.
Outro fato que causou estranheza foi o pagamento da metade do valor total dias após o encerramento do certame. O montante de R$ 1.580,943 estava diluído em dois cheques, assinados pelo prefeito Sávio Pontes e pelo tesoureiro Roberto Eufrásio de Alencar, datados em 17 de março, seis dias depois da criação da empresa e um dia após a concorrência. E as notas fiscais, referentes aos valores, foram emitidas no dia seguinte a da data dos cheques.
Para o Tribunal de Contas dos Municípios, os indícios de fraudes são fortes. O documento do órgão cita que a despesa pública se realiza mediante três atos: o empenho da despesa, a liquidação e o pagamento. Assim, houve inversão das fases, caracterizando “indícios fortes de conluio entre a empresa e o gestor, por antecipação de pagamento sem a devida contrapartida física dos serviços”.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Empresa do Sen. Eunício é acusada de burlar licitação de 300 milhões.
BRASÍLIA - A direção da Seebla Engenharia afirmou neste domingo, 10, ao Estado que a Petrobrás sabe desde o dia 11 de maio do assédio da empresa Manchester Serviços Ltda. para fazer um acordo numa licitação de R$ 300 milhões na Bacia de Campos, região de exploração do pré-sal no Rio de Janeiro. A Manchester pertence ao senador Eunício Oliveira (PMDB-CE).
De acordo com a Seebla, o episódio foi relatado à ouvidoria da Petrobrás. O número de protocolo da denúncia, segundo a empresa, é 03.730. Além da denúncia oficial, a empresa também diz que relatou o episódio ao gerente executivo da Petrobrás, José Antonio Figueiredo.
Neste domingo, 10, o Estado revelou que a Manchester, com o intuito de fraudar a licitação, soube com antecedência da relação de concorrentes. O contrato de R$ 300 milhões deve substituir os serviços emergenciais que já renderam R$ 57 milhões sem licitação para a empresa do senador. De posse dos nomes dos concorrentes, a Manchester procurou empresas para fazer acordo e ganhar o contrato. Uma das visitadas pela direção da Manchester foi a própria Seebla, conforme mostram os registros do prédio dessa empresa em São Paulo.
Em resposta ao Estado na sexta-feira, a Petrobrás afirmou que "desconhece" qualquer conversa entre concorrentes antes da licitação. O diretor da ouvidoria da Seebla, Milton Rodrigues Júnior, disse ontem que relatou à Petrobrás "chantagem" e "ameaça de retaliação" pela Manchester antes da licitação, ocorrida no dia 31 de março. O relato ocorreu em 11 de maio, 12 dias depois de a comissão de licitação declarar a proposta da Manchester em primeiro lugar com um valor R$ 64 milhões a mais do que a oferta da Seebla.
Segundo Rodrigues, haverá uma reunião amanhã com a ouvidoria da estatal no Rio para que sejam fornecidos mais detalhes do episódio. No encontro, segundo ele, a Seebla deve informar que tipo de acerto foi oferecido pela empresa de Eunício Oliveira antes da concorrência. Uma proposta que, de acordo com a Seebla, envolveria repasse de porcentuais do contrato que a Manchester fecharia com a Petrobrás. Documentos neste sentido devem ser entregues à estatal.
De acordo com a Seebla, o episódio foi relatado à ouvidoria da Petrobrás. O número de protocolo da denúncia, segundo a empresa, é 03.730. Além da denúncia oficial, a empresa também diz que relatou o episódio ao gerente executivo da Petrobrás, José Antonio Figueiredo.
Neste domingo, 10, o Estado revelou que a Manchester, com o intuito de fraudar a licitação, soube com antecedência da relação de concorrentes. O contrato de R$ 300 milhões deve substituir os serviços emergenciais que já renderam R$ 57 milhões sem licitação para a empresa do senador. De posse dos nomes dos concorrentes, a Manchester procurou empresas para fazer acordo e ganhar o contrato. Uma das visitadas pela direção da Manchester foi a própria Seebla, conforme mostram os registros do prédio dessa empresa em São Paulo.
Em resposta ao Estado na sexta-feira, a Petrobrás afirmou que "desconhece" qualquer conversa entre concorrentes antes da licitação. O diretor da ouvidoria da Seebla, Milton Rodrigues Júnior, disse ontem que relatou à Petrobrás "chantagem" e "ameaça de retaliação" pela Manchester antes da licitação, ocorrida no dia 31 de março. O relato ocorreu em 11 de maio, 12 dias depois de a comissão de licitação declarar a proposta da Manchester em primeiro lugar com um valor R$ 64 milhões a mais do que a oferta da Seebla.
Segundo Rodrigues, haverá uma reunião amanhã com a ouvidoria da estatal no Rio para que sejam fornecidos mais detalhes do episódio. No encontro, segundo ele, a Seebla deve informar que tipo de acerto foi oferecido pela empresa de Eunício Oliveira antes da concorrência. Uma proposta que, de acordo com a Seebla, envolveria repasse de porcentuais do contrato que a Manchester fecharia com a Petrobrás. Documentos neste sentido devem ser entregues à estatal.
O senador e a Petrobrás divulgaram notas negando irregularidades no processo.
sábado, 9 de julho de 2011
Surge uma nova criatura na República Brasileira.
"A imprensa brasileira é muito vagabunda... Não leio mais porra nenhuma, a vida ficou leve para cacete, tá muito bom."
Esta pérola foi dita pelo Sr. Ricardo Teixeira Pres. da CBF em entrevista a revista Piauí, mostrando a arrogância e prepotência de uma pessoa muito influente e abastarda que se acha acima da lei, mesmo sendo um corrupto costumais envolvido em muita podridão aqui e fora do País, ainda tem a petulância de criticar uma parte da nossa imprensa que ainda não se rendeu ao capricho desse novo ser, o corrupto prepotente que fica possesso e indignado quando tem descoberto suas falcatruas. Essa nova criatura que surgiu aqui, no Brasil da impunidade, está se alastrando e transformando verdades em mentira, ilícitos em lícitos e se multiplicando de uma forma assustadora.
Esta pérola foi dita pelo Sr. Ricardo Teixeira Pres. da CBF em entrevista a revista Piauí, mostrando a arrogância e prepotência de uma pessoa muito influente e abastarda que se acha acima da lei, mesmo sendo um corrupto costumais envolvido em muita podridão aqui e fora do País, ainda tem a petulância de criticar uma parte da nossa imprensa que ainda não se rendeu ao capricho desse novo ser, o corrupto prepotente que fica possesso e indignado quando tem descoberto suas falcatruas. Essa nova criatura que surgiu aqui, no Brasil da impunidade, está se alastrando e transformando verdades em mentira, ilícitos em lícitos e se multiplicando de uma forma assustadora.
Ronda do Quarteirão vira ambulância em Caucaia.
Uma jovem de 18 anos deu a luz a um bebê dentro de uma viatura do Ronda do Quarteirão na manhã deste sábado (9). O parto aconteceu por volta das 7h30min da manhã na viatura 1104, que faz a cobertura do Conjunto São Miguel e bairro Parque das Nações, em Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).
Segundo informações dos policiais, a mãe da criança, Maria Liviane Sales de Ávila, havia ligado para o Samu, mas foi informada que a ambulância iria demorar para chegar. Já com a bolsa estourada, os familiares da jovem ligaram para o Ronda, que a levaria para ao hospital. Maria Liviane, no entanto, já entrou na viatura em trabalho de parto.
A mãe da criança estava acompanhada da irmã Lidiane Sales, que contou a nossa equipe que a Maria Liviane já estava sentindo dores desde a madrugada. A equipe dos soldados Cavalcante, Farias e Castelo Branco, então, fez o parto da pequena Ívina dentro da viatura. Após o parto, o bebê e a mãe foram levados para o Hospital Santa Teresinha, em Caucaia.
Segundo informações dos policiais, a mãe da criança, Maria Liviane Sales de Ávila, havia ligado para o Samu, mas foi informada que a ambulância iria demorar para chegar. Já com a bolsa estourada, os familiares da jovem ligaram para o Ronda, que a levaria para ao hospital. Maria Liviane, no entanto, já entrou na viatura em trabalho de parto.
A mãe da criança estava acompanhada da irmã Lidiane Sales, que contou a nossa equipe que a Maria Liviane já estava sentindo dores desde a madrugada. A equipe dos soldados Cavalcante, Farias e Castelo Branco, então, fez o parto da pequena Ívina dentro da viatura. Após o parto, o bebê e a mãe foram levados para o Hospital Santa Teresinha, em Caucaia.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Arrogância e prepotência dos corruptos, aonde a corrupção é regra!
Atualização das 18h22 - "Eu não aceito ser afastado. Ou a presidenta me exonera ou me mantém no cargo definitivamente", disse Luiz Antonio Pagout, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), um dos quatro altos funcionários do Ministério do Transporte que Dilma mandou afastar sob a suspeita de envolvimento com irregularidades.
O desabafo de Pagout foi ouvido ontem por parlamentares do PR e o senador Blairo Maggi (PT-MT). Foi Blairo que indicou Pagout para o cargo quando Lula ainda era presidente da República. Pagout, ontem, protocolou um pedido de férias. Ele mesmo despachou o pedido. E hoje enviou ofício a Marco Maia (PT-RS), presidente da Câmara dos Deputados, se oferecendo para ser ouvido ali.
No fim do ofício, Pagout comunica que estará disponível para ser ouvido pelos deputados tão logo termine suas férias e ele esteja de volta ao DNIT. Blairo comentou, hoje, com colegas que Pagout não perdeu nem perderá o cargo.
Valor Econômico
A decisão do ministro dos Transportes e presidente licenciado do PR, Alfredo Nascimento, de pedir o afastamento de quatro integrantes da cúpula da Pasta após denúncias de corrupção, abriu uma crise no partido. Em entrevista ao Valor, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, filiado ao PR do Mato Grosso, disse que não aceita o afastamento do cargo e vai pedir que o ato seja reconsiderado.
Pagot informou que soube do seu afastamento pela imprensa, no sábado. "O ministro me ligou e disse que a presidenta Dilma exigiu que ele tomasse uma providência, mas não me falou de afastamento", disse Pagot. "Não é assim que se tira uma pessoa, sem provas, nada. Vou procurar o ministro. Estou sendo injustiçado e constrangido. Vou manifestar que não aceito nem a acusação nem o afastamento para investigação. Fazer isso comigo é um absurdo."
Também foram afastados o chefe de gabinete do ministro, Mauro Barbosa da Silva; o assessor do gabinete, Luís Tito Bonvini; e o diretor-presidente da Valec, José Francisco das Neves.
A decisão foi tomada após reportagem da "Veja", que aponta suposta cobrança de propina por integrantes do PR para liberar aditivos de contratos e viciar licitações. Em 24 de junho, segundo a revista, a presidente Dilma Rousseff teve encontro com a cúpula da Pasta, na qual criticou o aumento do orçamento de obras viárias.
Pagot, cujo padrinho político é o ex-governador e senador Blairo Maggi (PR-MT), nega qualquer irregularidade no Dnit e afirma que as obras executadas pela autarquia têm orçamento aprovado pelo ministério e pelo Congresso, além de passar pelo pente-fino feito dos órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União. "Executamos só aquilo que é aprovado, não inventamos orçamento. É um absurdo. Não estou apenas indignado, estou furioso com essa situação", disse.
O desabafo de Pagout foi ouvido ontem por parlamentares do PR e o senador Blairo Maggi (PT-MT). Foi Blairo que indicou Pagout para o cargo quando Lula ainda era presidente da República. Pagout, ontem, protocolou um pedido de férias. Ele mesmo despachou o pedido. E hoje enviou ofício a Marco Maia (PT-RS), presidente da Câmara dos Deputados, se oferecendo para ser ouvido ali.
No fim do ofício, Pagout comunica que estará disponível para ser ouvido pelos deputados tão logo termine suas férias e ele esteja de volta ao DNIT. Blairo comentou, hoje, com colegas que Pagout não perdeu nem perderá o cargo.
Valor Econômico
A decisão do ministro dos Transportes e presidente licenciado do PR, Alfredo Nascimento, de pedir o afastamento de quatro integrantes da cúpula da Pasta após denúncias de corrupção, abriu uma crise no partido. Em entrevista ao Valor, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, filiado ao PR do Mato Grosso, disse que não aceita o afastamento do cargo e vai pedir que o ato seja reconsiderado.
Pagot informou que soube do seu afastamento pela imprensa, no sábado. "O ministro me ligou e disse que a presidenta Dilma exigiu que ele tomasse uma providência, mas não me falou de afastamento", disse Pagot. "Não é assim que se tira uma pessoa, sem provas, nada. Vou procurar o ministro. Estou sendo injustiçado e constrangido. Vou manifestar que não aceito nem a acusação nem o afastamento para investigação. Fazer isso comigo é um absurdo."
Também foram afastados o chefe de gabinete do ministro, Mauro Barbosa da Silva; o assessor do gabinete, Luís Tito Bonvini; e o diretor-presidente da Valec, José Francisco das Neves.
A decisão foi tomada após reportagem da "Veja", que aponta suposta cobrança de propina por integrantes do PR para liberar aditivos de contratos e viciar licitações. Em 24 de junho, segundo a revista, a presidente Dilma Rousseff teve encontro com a cúpula da Pasta, na qual criticou o aumento do orçamento de obras viárias.
Pagot, cujo padrinho político é o ex-governador e senador Blairo Maggi (PR-MT), nega qualquer irregularidade no Dnit e afirma que as obras executadas pela autarquia têm orçamento aprovado pelo ministério e pelo Congresso, além de passar pelo pente-fino feito dos órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União. "Executamos só aquilo que é aprovado, não inventamos orçamento. É um absurdo. Não estou apenas indignado, estou furioso com essa situação", disse.
domingo, 3 de julho de 2011
Empresa do Sen. Eunício faz contrato sem licitação com a Petrobras.
“A empresa do senador e ex-ministro das Comunicações do governo Lula, Eunício Oliveira (PMDB-CE), a Manchester Serviços LTDA, assinou oito contratos consecutivos e sem licitação com a Petrobras entre fevereiro de 2010 e junho deste ano, o que soma R$ 57 milhões, denunciou hoje o jornal O Estado de S. Paulo. Segundo o jornal, documentos da estatal mostram que todos os contratos, com duração de dois a três meses cada, foram assinados por meio de “dispensa de licitação”, sem concorrência pública. Só no ano passado, R$ 25 milhões de foram repassados à Manchester, e um contrato de R$ 8,7 milhões foi fechado a nove dias das eleições presidenciais.
A empresa tem sede em Brasília, mas abriu uma filial em Macaé, a poucas quadras da sede da estatal, e fornece mão de obra terceirizada à Petrobras. De acordo com o Estado, os diretores da Área Internacional da Petrobras, Jorge Zelada, e de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, foram indicados pelo PMDB no último governo e mantidos pela governo Dilma. A Petrobras confirmou ao jornal os contratos sem disputa pública por “problemas no processo licitatório”.
O senador afirmou estar afastado das decisões da empresa e preferiu não falar. O sócio dele, Nelson Ribeiro Neves, afirmou ao jornal que o fato de Eunício ser senador não influenciou os contratos e que tudo foi feito dentro da lei. Ele disse que os contratos são uma continuidade de serviços fechados há anos, apesar de a Petrobras afirmar que os contratos são novos, somente enquanto não fecha processo de licitação. A Manchester é uma das empresas envolvidas no “mensalão do DEM” no Distrito Federal, em que aparece no relatório da Polícia Federal suspeita sobre pagamento de R$ 666 mil autorizado pelo governo do DF.”
A empresa tem sede em Brasília, mas abriu uma filial em Macaé, a poucas quadras da sede da estatal, e fornece mão de obra terceirizada à Petrobras. De acordo com o Estado, os diretores da Área Internacional da Petrobras, Jorge Zelada, e de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, foram indicados pelo PMDB no último governo e mantidos pela governo Dilma. A Petrobras confirmou ao jornal os contratos sem disputa pública por “problemas no processo licitatório”.
O senador afirmou estar afastado das decisões da empresa e preferiu não falar. O sócio dele, Nelson Ribeiro Neves, afirmou ao jornal que o fato de Eunício ser senador não influenciou os contratos e que tudo foi feito dentro da lei. Ele disse que os contratos são uma continuidade de serviços fechados há anos, apesar de a Petrobras afirmar que os contratos são novos, somente enquanto não fecha processo de licitação. A Manchester é uma das empresas envolvidas no “mensalão do DEM” no Distrito Federal, em que aparece no relatório da Polícia Federal suspeita sobre pagamento de R$ 666 mil autorizado pelo governo do DF.”
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Mais um prefeito com pedido de prisão e afastamento.
O Ministério Público Estadual (MPE), através da Procuradoria dos Crimes contra a Administração Pública (Procap), apresenta denúncia às Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, contra o prefeito de Ibaretama, Francisco Edson de Moraes, e mais outras 20 pessoas. Todas estariam envolvidas em um grande esquema de corrupção e fraudes em licitações naquele município.
Também foi solicitada a decretação da prisão preventiva e o afastamento do prefeito e dos denunciados, Raimundo Rodrigues Filho, Francisco Júnior de Queiroz da Silva, Armando Gomes de Oliveira (tesoureiro), Roberto Roque Pires (engenheiro fiscal), respectivamente secretários de governo e engenheiros municipais.
As investigações, que serviram de base para o oferecimento da denúncia, foram levadas a efeito pelos promotores de Justiça auxiliares da Procap, Luiz Alcântara Costa Andrade e Eloilson Augusto da Silva Landim, com o apoio da Polícia Federal neste Estado durante a operação “Inselberg”.
Também foi solicitada a decretação da prisão preventiva e o afastamento do prefeito e dos denunciados, Raimundo Rodrigues Filho, Francisco Júnior de Queiroz da Silva, Armando Gomes de Oliveira (tesoureiro), Roberto Roque Pires (engenheiro fiscal), respectivamente secretários de governo e engenheiros municipais.
As investigações, que serviram de base para o oferecimento da denúncia, foram levadas a efeito pelos promotores de Justiça auxiliares da Procap, Luiz Alcântara Costa Andrade e Eloilson Augusto da Silva Landim, com o apoio da Polícia Federal neste Estado durante a operação “Inselberg”.
Metástase da corrupção com dinheiro público.
Denúncias de desvio de recursos públicos ou fraudes em processos licitatórios virou moda no Ceará. A Procuradoria de Crimes Contra a Administração Pública (Procap), do Ministério Público Estadual (MPE), investiga dezenas de prefeituras acusadas de corrupção. Os últimos casos envolvem os municípios de Ubajara, Tianguá e Santana do Aracaú.
O promotor de Justiça Igor Pinheiro, que investiga a participação do ex-prefeito de Tianguá, Gilberto Moita, e de outras seis pessoas em processos licitatórios fraudulentos com empresas fantasmas em Santana do Acaraú, classifica os recentes escândalos como "metástase da corrupção com dinheiro público".
O promotor de Justiça Igor Pinheiro, que investiga a participação do ex-prefeito de Tianguá, Gilberto Moita, e de outras seis pessoas em processos licitatórios fraudulentos com empresas fantasmas em Santana do Acaraú, classifica os recentes escândalos como "metástase da corrupção com dinheiro público".
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Republiqueta de banana
O Globo
Hugo Chávez não precisa mais estar em território venezuelano para promulgar leis ou ditar ordens a ministros. A maioria do governo no Parlamento aprovou [ontem] uma autorização para que o presidente exerça o cargo a partir de Cuba, onde se recupera de uma cirurgia de emergência para tratar um abscesso pélvico desde a semana passada.
O documento aprovado pela Assembleia Nacional, o mais alto órgão do poder legislativo venezuelano, deixa em aberto a data de regresso, se limitando a informar que ele deve permanecer em Cuba até que esteja apto a voltar ao país.
A Constituição do país prevê que o presidente deve pedir permissão ao Parlamento cada vez que se ausenta por um período superior a cinco dias. Foi o que Chávez fez no dia 31 de maio, quando iniciou sua segunda viagem regional este ano, que incluiu passagens pelo Brasil e pelo Equador.
Como as razões da viagem mudaram e a data de retorno permanece indefinida, os partidos de oposição pediram que ele delegasse suas funções ao vice-presidente executivo, Elías Jaua, como prevê a Carta Magna do país.
Chávez chegou a Havana no dia 8 e manteve um silêncio atípico em sua passagem pela ilha até ser internado na sexta-feira após sentir-se mal durante uma reunião de trabalho.
Depois de passar por uma cirurgia, ele segue acompanhado de familiares e de representantes próximos do governo durante o período de convalescença.
Hugo Chávez não precisa mais estar em território venezuelano para promulgar leis ou ditar ordens a ministros. A maioria do governo no Parlamento aprovou [ontem] uma autorização para que o presidente exerça o cargo a partir de Cuba, onde se recupera de uma cirurgia de emergência para tratar um abscesso pélvico desde a semana passada.
O documento aprovado pela Assembleia Nacional, o mais alto órgão do poder legislativo venezuelano, deixa em aberto a data de regresso, se limitando a informar que ele deve permanecer em Cuba até que esteja apto a voltar ao país.
A Constituição do país prevê que o presidente deve pedir permissão ao Parlamento cada vez que se ausenta por um período superior a cinco dias. Foi o que Chávez fez no dia 31 de maio, quando iniciou sua segunda viagem regional este ano, que incluiu passagens pelo Brasil e pelo Equador.
Como as razões da viagem mudaram e a data de retorno permanece indefinida, os partidos de oposição pediram que ele delegasse suas funções ao vice-presidente executivo, Elías Jaua, como prevê a Carta Magna do país.
Chávez chegou a Havana no dia 8 e manteve um silêncio atípico em sua passagem pela ilha até ser internado na sexta-feira após sentir-se mal durante uma reunião de trabalho.
Depois de passar por uma cirurgia, ele segue acompanhado de familiares e de representantes próximos do governo durante o período de convalescença.
Arrogância x Prepotência
Renata Lo Prete, Folha de S. Paulo
Em jantar com governadores do Nordeste, Ideli Salvatti pediu o engajamento de todos para evitar a aprovação da PEC 300, que estabelece piso salarial para policiais.
Eduardo Campos (PSB-PE) reagiu: "Eu não vou para a porta do Congresso pedir voto contra um projeto que o Tarso Genro rodou o Brasil defendendo" - o então ministro da Justiça era a favor da emenda, com a ressalva de que não se deveria fixar valores.
Quando a nova ministra mencionou que, desde segunda-feira, pedia a Dilma Rousseff que os recebesse, Campos atalhou: "Com todo o respeito, a senhora sentou nessa cadeira agora. Nós somos governadores eleitos. Não precisamos de ajuda para falar com a presidente". E completou: ""Nós somos aliados! Não estamos aqui para chantagear o governo!".
Em jantar com governadores do Nordeste, Ideli Salvatti pediu o engajamento de todos para evitar a aprovação da PEC 300, que estabelece piso salarial para policiais.
Eduardo Campos (PSB-PE) reagiu: "Eu não vou para a porta do Congresso pedir voto contra um projeto que o Tarso Genro rodou o Brasil defendendo" - o então ministro da Justiça era a favor da emenda, com a ressalva de que não se deveria fixar valores.
Quando a nova ministra mencionou que, desde segunda-feira, pedia a Dilma Rousseff que os recebesse, Campos atalhou: "Com todo o respeito, a senhora sentou nessa cadeira agora. Nós somos governadores eleitos. Não precisamos de ajuda para falar com a presidente". E completou: ""Nós somos aliados! Não estamos aqui para chantagear o governo!".
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